Tag Archive: Filmes Classicos


Uma lenda desde o início, “Metrópolis” é um filme tão icônico que mesmo quem nunca o assistiu conhece imagens do mesmo ou pelo menos a “robotrix” Futura.

Virou símbolo de ficção-científica, do cinema mudo, do cinema alemão, de super-produção. É tudo isto e muito mais – simplesmente um dos maiores marcos na história da sétima arte.
É muito difícil perceber hoje como o filme é influente uma vez que já estamos acostumados com muitas das coisas estabelecidas por ele, mas é inegável a importância do filme para a cinematografia mundial, sem esquecer de sua qualidade – não apenas foi um filme inovador, é também um filme excelente.

Futura, o design original de C-3PO de “Guerra nas Estrelas” e o C-3PO como conhecemos: inspiração total.

Trama

O filme se passa na cidade de “Metrópolis“, num futuro distópico (até hoje não se sabe o ano – 2.000, 2.026 ou 3.000, dependendo da versão do filme – sobre isso falaremos mais depois), onde os ricos (governantes e industriais) vivem em luxuosas coberturas e os pobres (operários) vivem no subterrâneo.

Um dos personagens principais é Joh Fredersen, uma espécie de Donald Trump, líder da cidade (e dos milionários) e dono do maior arranha-céus da cidade. Um dia, o filho deste milionário, Freder, se apaixona por uma babá, Maria. Só que esta babá não é uma moça pobre qualquer… E ao segui-la, descobre uma realidade que jamais sonhara existir.  continue lendo >> Continue lendo

Não é novidade pra ninguém que a Focus Filmes/FlashStar estava negociando os direitos de Flashman e Jiban para lançá-los em DVD no mercado brasileiro, conforme anunciou o próprio Afonso Fucci, gerente de marketing da empresa em entrevista ao Grupo Tokusatsu.

A boa notícia é segundo informação do Grupo as negociações estão concluídas e ambas as séries já foram adquiridas pela Focus, que deverá lançar o material em breve. Como Flashman ainda não foi inteiramente lançado em DVD no Japão, resta a espectativa dos fãs para que a qualidade extremamente baixa como vista em Jiraiya não aconteça novamente. E quem ficou decepcionado principalmente com Jiraiya, o próprio Afonso prometeu cuidar pessoalmente de todos os detalhes pra que nada saia errado desta vez.

É bem provável que ambos os tokusatsus sejam disponibilizados em dois boxes cada assim como feito com Jaspion, Changeman, Jiraiya e National Kid.

Já quanto a Kamen Rider Black, mais uma vez não foi anunciado. Sendo um produto que venderia com certeza, a questão do final da série, tão comentada até mesmo aqui na Tokufriends em outros tempos, segue se concretizando (infelizmente) como falsa. Do contrário uma empresa como a Focus Filmes (nitidamente interessada em colocar todas as séries Tokusatsu de maior audiência no mercado de DVD sob uma de suas marcas) poderia já estar anunciando o lançamento neste momento. Aguardaremos mais informações em breve.

Para “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, é preciso encontrar uma outra palavra. “Clássico” não é suficiente. Talvez o vocabulário humano ainda não tenha desenvolvido um termo que faça justiça ao que é este trabalho do lendário cineasta Stanley Kubrick. Aqui, uniram-se as forças de Kubrick e Arthur C. Clarke, renomado autor de ficção-científica que morreu este ano.

Os principais temas de “2001″ centram-se entre a evolução humana, os rumos da tecnologia e inteligência artificial, vida extraterrestre e outros temas até então nunca tão bem tratados na telona. Alguns dos conceitos foram retirados de alguns contos escritor por Clarke nos anos 40. A direção de Kubrick serviu de complemento para transformar “2001 – Uma Odisséia no Espaço” em um dos filmes mais complexos de todos os tempos.

No primeiro dos “episódios”, vemos o despertar da humanidade. Numa sequência sem qualquer tipo de diálogo, vemos um grupo de macacos convivendo em sociedade. O ponto de evolução acontece quando um mata o outro usando um osso como arma, marcando a invenção da ferramenta. Nessa hora também surge um estranho objeto preto e retangular, que até hoje é assunto de especulação quando se fala de “2001″. Este “monolito”, como é chamado, é apontado por alguns como a representação da evolução da espécie, pois sempre aparece num momento em que a humanidade dá um grande passo. Nesta primeira vez, o grande passo foi a invenção da ferramenta. O conceito de ferramenta dá origem a muitas coisas, entre elas, o computador e a inteligência artificial. E é sobre isso o segundo “episódio”.

Neste, temos diálogos e personagens humanos, além de alguns robóticos. O doutor Heywood R. Floyd (William Sylvester) está numa missão misteriosa. A nave dele pousa na Lua para investigar um estranho objeto negro e retangular que surgiu do solo. Trata-se de mais uma aparição do “monolito”, que os macacos descobriram. Dezoito meses depois, a ação passa para o controle de Dave Bowman (Keir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood), dois astronautas a bordo da nave Discovery One, que contém ainda três cientistas dormindo em câmaras especiais e o controlador de tudo, o super-computador HAL 9000. A máquina é tida como o máximo de inteligência artificial desenvolvido pela humanidade, capaz até de imitar reações e emoções humanas. Esta história vai na contra-mão das outras, representando uma desconstrução da humanidade. Chega um momento em que HAL reporta uma falha no lado de fora da nave. Quando os astronautas chegam lá para consertá-la, não há nada. HAL, o super-computador, errou.

“2001 – Uma Odisséia no Espaço” tem ainda mais um episódio, talvez o mais enigmático de todos, que envolve o “renascer” da humanidade. Mas o filme é sempre lembrado pelo conflito entre homem e máquina – HAL não admitindo que errou e o time de astronautas tentando desligá-lo para que não comprometa a missão. O “monolito” não aparece nessa ocasião.

O filme inovou também os efeitos especiais. A comunidade científica apontou que grande parte das retratações de “2001 – Uma Odisséia no Espaço” são bem precisas, semelhantes à realidade. O espaço sideral é silencioso, os astronautas flutuam nas naves… O que mais impressiona é o quanto o filme acertou com relação ao retrato de 2001. No filme, existem televisões de tela plana, identificação por voz, um computador que pode ganhar de um humano no xadrez, e até a resistência de empresas como IBM e Hilton.

A trilha sonora é outro espetáculo. Talvez pela escassez de diálogos, muito do destaque que se dá ao filme é devido à sua trilha sonora. Trabalhos de Strauss, Mozart, Beethoven e muitos outros estão lá. “2001″ chega a ter números musicais, que são seqüências só com música e ação sem diálogos acontecendo na tela. A valsa de Brahms, por exemplo, é o tema de uma estação espacial em órbita e uma caneta que escapa do bolso de um astronauta, devido à falta de gravidade.

Em 1984, foi lançada a adaptação do segundo livro, “2010 – O Ano em Que Faremos Contato”. Apesar de não ser dirigido por Kubrick, o diretor Peter Hyams teve a “bênção” dele e do autor, Clarke, para realizar a adaptação. Neste filme, uma equipe é escalada para resgatar a nave Discovery (a de HAL 9000, que se perdeu no espaço no primeiro filme) nove anos depois. O valor dela restringe-se ao do que é, uma adaptação, e não a revolução cultural, histórica e estética de “2001″.

Ao falar de um filme como este, qualquer palavra parece inferiorizá-lo. Assunto de interpretações até hoje, “2001 – Uma Odisséia no Espaço” é, sem dúvida, a obra maior de um dos maiores autores de cinema de todos os tempos. As decisões tomadas por Kubrick e Clarke definiram “2001″ como um eterno clássico; até que surja uma palavra melhor.

Tailer Aqui

Fúria de Titâs (1981)

Para quem já foi conferir nas telonas o “remake”F úria de Titâs, aconselho a ver o épico de 1981. Baseado na figura mitológica de Perseu,conta a história de como o rei Acrisio demostra toda a sua raiva contra Zeus pelo fato do deus do olimpo ter engravidado a princesa Danae. Acrisio lança mãe e filho no mar em uma arca de madeira,porém a pequena embarcação é observada por Poseidon que está disfarçado em forma de uma ave branca,Poseidon leva a noticia ao Olimpo e informa Zeus sobre a atitude de Acrisio.

Zeus ordena então que Poseidon liberte o Titã Kraken para que destrua a cidade de Argos que é destruida pelo titâ. Enquanto Danae e Perseu encontram abrigo na ilha de Sérifo onde vivem até Perseu atingir a idade adulta. Calibos é filho de Tetis a deusa dos mares,esse era pretendente de Andrômeda,filha de Cassiopéia, herdeira da cidade de Joope. Calibos é punido por Zeus que o transforma em um monstro,forçando a viver em pântanos e brejos, punição essa pelo fato de Zeus ter incumbido Calibos a proteção dos poços de lua,ao invés disso Calibos caça e mata tudo que tem vida matando até os cavalos alados de Zeus, restando apenas Pégasus. Tetis então amaldiçoa Andrômeda,fazendo com que nenhum homem venha a desposa-la e consequentemente irando-se contra o filho de Zeus (Perseu).

Perseu então adulto é trazido por Tetis a ilha de Joope, onde fica sabendo de Andrômeda e seu drama: Que cada pretendente que queira casar com ela terá que decifrar um enigma que era dada por Calibos. Perseu ajudado por Zeus descobre o enigma e desvenda o sonho de Andrômeda assim a maldição fora quebrada,no entanto próximo ao casamento de Perseu e Andrômeda Tetis ameaça destruir Joope caso Andrômeda não fosse dada por sacrificio ao titâ “Kraken” aí então começa a aventura de Perseu em busca da salvação de Andrômeda e a cidade de Joope.

Em Fúria de Titâs(Clash of the Titans) foi o último trabalho de Ray Harryhausen com o genero com modelos de massa tipo stop-motion.

CURIOSIDADES

Algumas modificações foram feitas nesse remake,tais como a coruja mecânica que aparece no original,faz uma pequena aparição no remake.

Fúria de Titâs é um filme recomendavel para quem aprecia grandes clássicos que marcaram história.Vale a pena assistir.

POR RICARDO SÁ


O clássico filme dos anos 80 A História Sem Fim está sem lançado em Blu-ray no Brasil pela Warner Home Video.

Uma fantasia , extraordinária e envolvente, com características muito criativas.  A História Sem Fim segue os limites da imaginação graças ao diretor / co-escritor Wolfgang Petersen (Mar em Fúria) e um time de técnicos (com créditos que incluem 2001: Uma Odisséia no Espaço e Alien: O Oitavo Passageiro) que deram vida aos mais encantadores personagens.

Bastian (Barret Oliver) é um garoto que usa sua imaginação como refúgio dos problemas do dia-a-dia, como as provas do colégio, as brigas na escola e a perda de sua mãe. Um dia, após se livrar de alguns garotos que insistem em atormentá-lo, ele entra em uma livraria. Lá o proprietário mostra um antigo livro, chamado A História Sem Fim, o qual classifica como perigoso. O alerta atiça a curiosidade de Bastian, que pega o livro emprestado sem ser percebido.

A leitura o transporta para o mundo de Fantasia, um lugar que espera desesperadamente a chegada de um herói. A imperatriz local (Tami Stronach) está morrendo e, junto com ela, o mundo em que vive é aos poucos devorado pelo feroz Nada. A única esperança é Atreyu (Noah Hathaway), que busca a cura para a doença da imperatriz com a ajuda de Bastian. 
O Blu-ray tem preço sugerido de R$ 59,90, traz a opção de idioma em português, inglês e francês e legenda em português, inglês e espanhol.