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Henry Cavill,Novo O Homem de Aço,Homem de Aço é comparado a Jesus para atrair público Cristão. Para divulgar o longa ‘O Homem de Aço’ entre os cristãos, os estúdios Warner Bros. recorreram a um portal segmentado. Na primeira campanha, Jesus é apresentado como ‘o super-herói original’

Em uma tentativa de atrair a audiência dos cristãos, os estúdios Warner Bros. contrataram os serviços de uma empresa de marketing especializada no público gospel para divulgar o filme O Homem de Aço, previsto para estrear em 12 de julho no Brasil. Segundo o site americano The Hollywood Reporter, a primeira iniciativa nesse sentido foi a publicação do texto intitulado “Jesus – O Super-herói Original” em um portal que sugere temas de sermões a pastores.

“As origens do Super-Homem estão baseadas na história de outro super-herói que também viveu de forma modesta até ser requisitado a demonstrar seus superpoderes. Jesus foi enviado por Deus para nos ajudar a carregar nosso fardo, para corrigir nossos vícios e superar as circunstâncias adversas que nos cercam”, diz a mensagem escrita por Craig Detweiler, um roteirista de cinema e publicidade com experiência em textos religiosos.

De acordo com o site, é praxe em Hollywood focar ações de divulgação em audiências religiosas. O próprio Detweiler já escreveu sermões relacionados a outros filmes, como Um Sonho Possível (2009).

O autor foi criticado por alguns cristãos, que repudiaram a forma leviana como falou de Jesus. Em entrevista à rede CNN, Detweiller alegou que é impossível negar a influência de Hollywood na sociedade. “Hollywood testa a nossa fé. Graças a pastores e congregações conscientes dessa influência, os estúdios de cinema têm ouvido a nossa voz “

Créditos: Veja

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cartaz-o-homem-de-acoEstreia nesta sexta-feira nos cinemas o longa-metragem O Homem de Aço, que promete dar início a mais uma sequência de filmes do herói Super-Homem.

Adaptar histórias de sucesso para o cinema é sempre difícil. Quando a adaptação em questão é de um dos personagens de quadrinhos mais populares de todos os tempos, então, é ainda mais complicado. Por isso foi árdua a tarefa que o diretor Zack Snyder (300Watchmen) recebeu ao aceitar comandar Homem de Aço.

Desta vez, um novo olhar, ainda mais apoiado em efeitos especiais e um orçamento estimado em US$ 225 milhões, Snyder não só teve de trazer Clark Kent para os dias atuais, como também de fazê-lo à altura dos recentes sucessos na transposição de heróis para as telas, como o Batman de Christopher Nolan – aqui, aliás, como produtor do longa. É justo dizer que ele conseguiu cumprir ao menos parte da tarefa.

O longa-metragem começa com o nascimento de Kal-El (o Super-Homem) no planeta Krypton – fadado ao fim. O bebê logo é enviado à Terra por seu pai, o cientista Jor-El (Russell Crowe). Conselheiro de Krypton, o personagem é jurado de vingança pelo general Zod (Michael Shanon), vilão que ele impede de tomar o poder. Antes de ser preso, porém, Zod promete ir atrás do filho do inimigo no futuro, na Terra, adotado por um casal pacato, Jonathan (Kevin Costner) e Martha (Diane Lane) e Kal-El (Henry Cavill) passa a se chamar Clark Kent.

Assim como o Batman de Nolan, Clark Kent é um homem atormentado, o que é enfatizado logo no início, em uma longa sequência que mostra o herói em uma jornada para descobrir quem é e de onde veio – o que acaba levando, também, à sua transformação em Super-Homem.

A sua luta para se adequar à vida na Terra é apresentada por meio de memórias de sua infância. Quando descobre sua origem, porém, ele se transforma em Super-Homem e atrai a atenção de Zod. Como prometido, o vilão tentará dominar o filho de Jor-El e a Terra, cabendo ao herói enfrentar o inimigo. E  assim permanece, até que seu caminho cruza com o da repórter Lois Lane (Amy Adams), que investiga a descoberta de uma suposta nave espacial sob o gelo. É aí que o herói vai descobrir sua verdadeira identidade .

No clímax de  “O Homem de Aço” em sua reinvenção cinematográfica do herói, Superman enfrenta o General Zod em uma batalha de superseres jamais vista no cinema. Em outras palavras: o número de corpos nos destroços é imenso, a destruição é quase interminável. Imagine o clímax de “Os Vingadores” turbinado por um Michael Bay em escala maior do que no terceiro “Transformers”.

Mostrando-se muito melhor que seu horrendo antecessor, Homem de Aço tem tudo para ser o primeiro de uma série de grandes filmes de um herói por muito esquecido.

MMF2Sequências de animações costumam pecar pelo excesso. Na ânsia de apresentar novidades, elas com frequência oferecem uma overdose de personagens e situações que termina por quebrar o encanto que havia no filme original. “Meu Malvado Favorito 2” foge a essa sina apostando na máxima “em time que está ganhando não se mexe”.

A continuação repete as duplas originais de diretores e de roteiristas e preserva o foco nos pontos fortes do filme original. A saber: a relação do vilão regenerado Gru com Agnes, Margô e Edith, as garotinhas que adotou, e as trapalhadas cometidas pelos minions, assistentes do protagonista com forma de batata e linguajar incompreensível.

O coração da sequência ainda é a questão da paternidade. Antes de ser vilão, Gru é homem –portanto, alguém com tendência a ser bruto, despreparado para o afeto. A beleza está na transformação de Gru em um ser altruísta, que começou no primeiro filme e se completa no segundo–e que torna a animação recomendada aos pais.

Se o amor de Gru pelas filhas responde pela emoção, os minions representam o alívio cômico. Os roteiristas e diretores tiveram a sabedoria de aumentar o espaço dado a eles, o que garante ótimos momentos de humor visual.

Mantidas essas bases do primeiro filme, “Meu Malvado Favorito 2” oferece uma virada na trama. Gru, agora um pacato pai de família, é convocado pela Liga Anti-Vilões para encontrar um bandido escondido em um shopping.

Na missão, conta com a ajuda da agente Lucy Wilde. O principal suspeito da dupla é El Macho, um ex-vilão que se tornou dono de um restaurante mexicano. A maior novidade é a paixão que Gru desenvolve por Lucy, ao mesmo tempo em que sua filha mais velha cai de amores pelo filho de El Macho.

Mais do que o vilão, o protagonista terá que enfrentar a própria timidez e a adolescência da filha, acompanhada pelo temor de perdê-la para outro amor –algo que qualquer pai poderá compreender.

Ao equilibrar-se entre humor e sentimento, “Meu Malvado Favorito 2” mantém a essência e a qualidade do filme original –e fica acima da média das animações que estrearam neste ano.

Muitos ainda resistem em assistir às versões dubladas nos cinemas. No entanto, em “Meu Malvado Favorito 2’’, vale a pena dar uma chance ao filme em português.

Na dublagem o  humorista Leandro Hassum novamente dá voz ao personagem Gru -como já havia feito em “Meu Malvado Favorito’’ (2010).

Com relação aos novos personagens, Maria Clara Gueiros foi escalada para dublar Lucy, a agente da Liga Anti-Vilões. No núcleo dos malvados, cantores marcam presença. Sidney Magal, por exemplo, interpreta o divertidíssimo vilão El Macho, dono de um restaurante e pai de Antonio, amigo de Margo.

O garoto, por sua vez, ganha a voz do cantor Arthur Aguiar (ex-integrante do Rebeldes).

 

 

 

Créditos: Ricardo Calil

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“Os homens que não amavam as mulheres”, o primeiro livro da coleção, só sairia meses depois da morte prematura do autor, que infelizmente não tiraria proveito do sucesso de crítica e de público alcançado pela trilogia – os outros são “A menina que brincava com fogo” e “A rainha do castelo de ar”, todos publicados no Brasil pela Companhia das Letras -, levada às telas na Suécia e, parcialmente, nos EUA, em um longa estrelado por Daniel Craig e Rooney Mara, com David Fincher na direção.

Mesmo que milhões conheçam a história da personagem Lisbeth Salander, poucos sabem da vida de seu criador. O lançamento da HQ “Stieg Larsson – Antes de Millenium” que sai por aqui pela editora  Veneta, escrita por Guillaume Lebeau e ilustrada de forma brilhante por Frédéric Rébéna, ajuda nesta questão. São estas cinco décadas que foram resumidas nos quadrinhos; apesar de curto, o gibi mostra alguns fatos da biografia do escritor. Na verdade, três: a educação infantil, pelos avós, numa floresta da Suécia; a fase, já adulto, o treinamento de guerrilheiro marxista na África; e, finalmente, o períodocomo editor da revista “Expo”, que combatia as manifestações de extrema-direita naquele país e o ativismo antirracista.

Lançada no ano passado na França, a obra de Guillaume Lebeau e Frédéric Rébéna arrancou elogios da crítica em toda a Europa. Vale lembrar que tanto por lá quanto na Europa também já saíram adaptações para os quadrinhos da Trilogia Millenium, ainda inéditas por aqui.

Stieg Larsson: Antes de Millenium tem 64 páginas e vai custar R$ 24,90.

Créditos: Telio Navega

a senhor dos aneis“Amor Incondicional – a história de Oseias”, longa metragem, produzido pelos irmãor Rich e Dave Christiano, produção que tem no papel principal o astro americano Sean Astin, que brilhou no papel do hobbit Samwise, fiel escudeiro de Frodo na trilogia “O Senhor dos Anéis”. Astin também estrelou o popular filme juvenil dos anos 80, “Os Goonies”, de Steven Spielberg. O filme também conta com a presença de Erin Bethea, que atuou no papel de Catherine no filme “Prova de Fogo”, clássica produção cristã.

“Amor Incondicional” conta a história de um grupo de jovens que partem para um acampamento de final de semana. Lá, duas jovens do grupo acabam se desentendo seriamente. Para acalmar os ânimos exaltados, Stuart (Sean Astin), líder do grupo, decide contar a bela história de Oseias como exemplo de respeito e amor ao próximo. A partir de então os jovens se aprofundam na vida do profeta Oseias, que viveu em Israel no século VIII antes de Cristo.

Amor Incondicional

O filme mostra como o profeta Oséias (Elijah Alexander); enfrentou a todos e seguiu a vontade de Deus para se casar com Gomer Tehmina Sunny), uma prostituta, que o traiu e o abandonou, além de ser rejeitado pelo seu povo.   Mesmo assim, seguindo o exemplo do incrível amor incondicional de Deus, o profeta perdoa à esposa e seu povo e volta a cuidar dela depois que é jogada, pelo amante, no mercado de escravos.

O Filme traz uma história onde o verdadeiro sentimento de amor, é demonstrado de forma mais real e pura. Nela, as pessoas apreendem o importante sentido de amar incondicionalmente, sabendo perdoar e não julgar, em uma bela referência ao amor de Deus por todas as pessoas.

Créditos: Gospel Prime

promethesus-movie-posterLançado no ano passado, o filme “Prometheus”, que era o marco do diretor  Ridley Scott ao universo da ficção científica e prometia solucionar as dúvidas existentes na franquia Alien respondeu muito pouco e ainda colocou mais dúvidas no ar, alguns fãs confusos — que não entendiam como as tramas se conectavam e, por isso, criticaram Scott. Agora foi divulgado por Mike Richardson, que é o fundador da editora de quadrinhos Dark Horse, uma das mais importantes dos Estados Unidos, de que a trama de “Prometheus” irá continuar nos quadrinhos paralelamente a sua sequência no cinema.
A informação foi passada ao site Hollywood Reporter e basicamente o empresário diz que “será algo que os fãs do incrível filme de Ridley Scott realmente vão gostar”, de acordo com informações do site, um artista já foi selecionado para desenhá-los mas seu nome ainda não foi divulgado.

A Dark Horse já tem experiência com o universo de Prometheus, tendo publicado regularmente quadrinhos da franquia Alien desde 1988. A editora também é responsável pelo encontro entre Alien e Predador, que depois seria levado ao cinema.
Não há informação se a versão dos quadrinhos afetará ou terá relação com a continuação do filme no cinema. Jack Paglen, é quem escreve o roteiro do novo filme.

O anúncio oficial do projeto, bem como mais detalhes, serão feitos na Comic-Con de San Diego, daqui a duas semanas.

Créditos : Henrique Rizatto

 

 lecio-souto-dublador-chris-evans-

Clécio Souto,carioca e já tem mais de 20 anos de dublagem, ator e dublador, atuou na peça A Serpente (de Nelson Rodrigues), trabalhou muitos anos como ator de teatro até começar com a dublagem, fez pequenas participações em novelas e programas da Globo e Record tais como Sete Pecados, Caminhos do Coração – Os Mutantes, Tv Xuxa, Prova de Amor, A Diarista, Senhora do Destino, Malhação. Trabalhou com a Xuxa por dois anos.

Na dublagem já fez vários personagens, em séries, filmes e desenhos, um dos  destaques na sua carreira de dublador é sem dúvida  a voz de Steve Rogers, o Capitão América, tanto nos filmes interpretados pelo ator Chris Evans quanto na seérie animada “Os Vingadores: Os Super Herois Mais Poderosos da Terra” (Disney XD/TV Globo).

Outros trabalhos são:

Terry McGinnis – o Batman do Futuro

Tentomon de Digimon

James Franco  – nos filmes do Homem-Aranha (Harry Osborn, filho do Duende Verde)

Ian Somerhalder  – Damon Salvatore em The Vampire Diaries

Misha Collins  – Castiel em Sobrenatural

Verne – a tartaruga  (Os Sem Floresta)

Lenny – o tubarão vegetariano (O Espanta Tubarões)

Du – desenho Du, Dudu e Edu);

Frango – desenho A Vaca e o Frango  e Kludd (A Lenda dos Guardiões)

Guerra-Mundial-Z-posterNa sequência inicial de Guerra Mundial Z, os cinéfilos apaixonados por cinema de terror vão identificar semelhanças entre a trilha sonora do filme e “Tubular Bells”, tema de O Exorcista, escrito por Mike Oldfield. Embora seja inferior em todos os aspectos ao clássico de William Friedkin, o novo longa-metragem do suíço Marc Forster (de Em Busca da Terra do Nunca e 007 – Quantum of Solace) tem o mérito de tentar, às vezes com êxito, dar um tanto de complexidade a um blockbuster de verão, cujo tema central é uma epidemia planetária que está transformando a humanidade em zumbis

O filme, se inicia já em clima apocalíptico: uma colagem de trechos de telejornais, costurados para sugerir ao espectador que o mundo anda mal das pernas, cambaleando em direção ao abismo. Na Filadélfia, Gerry Lane (Brad Pitt), sua mulher (Mireille Enos) e suas duas filhas (Sterling Jerins e Abigail Hargrove) são vistos no carro da família, dirigindo do subúrbio onde moram rumo ao centro da cidade

Embora o filme não deixe isso exatamente claro, a narrativa sugere que há algo de [muito] errado ocorrendo – além do já corriqueiro congestionamento nas autoestradas, ouve-se uma explosão, sirenes de polícia, até que surge uma figura assustadora que pode ou não ser um homem já contaminado pelo vírus. O homem se choca contra o para-brisa, mas não fica claro ainda se ele já é um morto-vivo ou não. Pode ser apenas alguém cheio de raiva, em um dia de fúria. Essa dubiedade, que marca o filme do início ao fim, é seu maior trunfo.

Vivemos uma era de obviedades, de um cinema comercial feito para espectadores com idade mental de adolescentes, que querem tudo mastigado, explicado, e Guerra Mundial Z, embora não seja nenhum O Exorcista, ao menos tenta optar por soluções narrativas menos óbvias.

Gerry, um ex-investigador das Nações Unidas, passa boa parte da trama viajando pelo mundo em busca da origem do vírus e sua possível cura, mas o espectador pode intuir quais sejam as possíveis causas do mal: o filme fala tanto de zumbis quanto da crise econômica mundial, da ameaça do terrorismo, dos levantes populares que brotam mundo afora, inclusive no Brasil.Embora não tenha a proposta de discutir aspectos mais sociológicos de histórias de zumbis mais ousadas, como a do seriado The Walking Dead.

O filme se desenvolve como um filme de aventura em que os zumbis são os obstáculos à evolução da civilização como a conhecemos. Poderiam ser aliens e a fórmula serviria do mesmo jeito. Forster filma ação com habilidade e tem à disposição Pitt e Enos, que são muito convincentes em seus retratos de pais e mães preocupados em manter a família unida. É o que salva o filme de se transformar em mais do mesmo, Guerra Mundial Z acerta ao não ser apenas um filme de ação com elementos de horror. Essa revolução zumbi sugere o que pode acontecer ao planeta se o caos se instaurar. A humanidade irá para o ralo e viraremos todos cadáveres anunciados.

Créditos: Paulo Camargo

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É impossível não simpatizar de cara com Mike Wazowski. Desde pequenininho, o “zoiudo” sonhava em ser um monstro assustador

Seguindo a tendência de Hollywood de se contar a origem de personagens já consagrados, a bem sucedida e lucrativa parceria entre Disney e Pixar repete a fórmula e não deixa a desejar em Universidade Monstros.

O retorno às origens dos funcionários ícone da Monstros S.A. parte da premissa de contar como Mike Wazowski e James P. Sullivan se conheceram, ainda na faculdade. Ambos sonhando em se tornar grandes assustadores, Mike (Billy Cristal, na versão original), passando longe de ser assustador, entrava na faculdade dado todo o esforço desde pequeno. Já Sully (John Goodman) entrava na universidade caminhando na sombra do pai que carregava um nome já tradicional no “ramo do susto”.

Focado em Mike, o filme trata de forma interessante o fato de sua aparência não ajudar no ramo em que ele deseja seguir. E um dosMaik pontos positivos do roteiro é o de se deixar levar pelo clichê, pela velha fórmula, só que ao estilo Disney. Mike e Sully, respectivamente o nerd e o popular, inicialmente estão longe de formar qualquer amizade, principalmente depois de serem expulsos do “programa de assustadores de elite da universidade”. Mas, não tendo outra alternativa para voltar ao programa senão trabalharem juntos, sobra espaço para que a relação entre eles floresça de forma natural e divertida.

É interessante destacar a evolução (muito natural, por estarmos dez adiante do filme original; hardwares mais eficientes, softwares mais rápidos, novos renders) deste filme em relação ao último. Já é quase possível tocar as rugas ou sentir a viscosidade da pele de alguns monstros gerados pelo CGI. O brilho dos olhos de Mike é incomparável e dá vontade de entrar na tela pra abraçar o volumoso braço peludo de Sully. O 3D, que poderia tirar maior proveito de todos esses elementos, acabou ficando em segundo plano, mas nas cenas em que se faz mais necessário, cumpre bem o dever.

Outro ponto positivo vai pra Randy Newman, que retorna à trilha sonora e acerta na temática universitária com uma trilha mais animada e talvez até barulhenta se comparada ao dançante jazz do filme anterior. E ainda que seja mais espalhafatosa, é em um dos pontos altos do longa (e mais dramáticos), entre Sully e Mike, que ela se ausenta e deixa a cargo dos atores e da equipe de animação a função de sensibilizar o espectador, cujo trabalho é feito com maestria.

Mesmo deixando de aproveitar todo o potencial do 3D, ou explorar a rivalidade entre Randall (voz de Steve Buscemi) e Sully (que até poderia ser menos explícita), nenhum desses fatores desmerece a produção que continua no mesmo patamar da anterior. O filme continua com o humor bem colocado, uma história consistente e com personagens tão carismáticos quanto os que geralmente conquistam um espaço na memória pueril.

Universidade Monstros é o filme que faz jus ao espírito universitário: cheia de emoção e que brota o saudosismo no final. O bom do filme é que, depois que ele acabar, ainda tem a próxima sessão pra começar tudo de novo.

Créditos: Luan Tannure

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Pelo menos 10 produções cinematográficas baseadas em personagens bíblicos devem ser feitos em Hollywood nos próximos anos. A maioria dos projetos estão ligados a atores consagrados e devem atrair a atenção do público. Desde a “Paixão de Cristo”, em 2004, que atraiu milhares de telespectadores em todo mundo, o assunto não era tão discutido.

“Noé”, protagonizado por Russel Crowe em breve chegará às telas do cinema. Porém, o diretor Darren Aronofsky já informou que não será uma adaptação fiel das escrituras. Em março também, deve começar a ser filmado “Deuses e Reis”, da Warner Bros com direção de Steven Spielberg.

Segundo já foi anunciado, o roteiro mostrará o povo judeu em luta da liberdade e seguindo um líder corajoso. Em entrevista recente, o diretor Ridley Scott, conhecido por “Gladiador, também comentou que estaria trabalhando em um projeto sobre a história de Moisés”.

Um dos grandes atrativos para o cinema na temporada de Natal promete ser “Maria, Mãe de Cristo”. A sinopse oficial no site fala sobre “humanizar os personagens bíblicos e nos ajudar a compreender como o amor realmente é a base da fé”. Um dos produtores executivos é Joel Osteen, pastor de uma das maiores igrejas evangélicas dos EUA.

Foi divulgado em janeiro que Brad Pitt estaria em negociações avançadas com a Warner para a filmagem de “Pôncio Pilatos”. O roteiro está em fase de finalização pelo diretor Andrew Dominik. Personagens bíblicos como São João Batista, Salomé e Maria Madalena devem compor o elenco.

A estreia de Will Smith como diretor será com o lançamento de “A redenção de Caim”, previsto para 2015. A história sobre ódio entre irmãos, que teriam os mesmos nomes dos filhos de Adão, deve começar a ser filmada em julho deste ano na Jordânia e no Marrocos.

O famoso entre cristãos, “Deixados para Trás”, poderá ser refilmado com Nicolas Cage, no papel anterior feito por Kirk Cameron. O filme sobre o Apocalipse é baseado na série de livros cristãos de Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins. As filmagens estão previstas para o segundo semestre de 2013.

“Golias” tem sido anunciado desde 2011, mas pouco se sabe sobre o andamento do filme. O mais polêmico deverá ser “Jesus de Nazaré”, do diretor Paul Verhoeven. O mesmo, já anunciou que não mostrará a pessoa divina de Jesus. O roteiro mostrará uma jovem judia (Maria), um estupro por soldado romano e o fruto desse ato (Jesus). Não há atores confirmados para os papéis e nem data para inicio de filmagens.

Créditos: CHRISTIAN POST

tony starkQue Downey Jr., será sempre lembrado como o Homem de Ferro por sua grande atuação ninguém tem dúvida. Difícil mesmo imaginar outro ator interpretando o enlatado. E isto lembra outra questão: o papel dos atores escolhidos no sucesso – ou fracasso – das adaptações de histórias em quadrinhos, notadamente aquelas de super-heróis.

O Superman de Henry Cavill está chegando aí e, somente pelos trailers, percebe-se que meio caminho já está andado. Será que finalmente a imagem icônica de Cristopher Reeve voando com o S vermelho no peito ficará mesmo restrita aos nostálgicos? Em julho saberemos.

Para citar outros filmes recentes que acertaram em cheio na escolha dos protagonistas, basta se lembrar de Ron Perlman como Hellboy ou o onipresente Hugh Jackman como o mutante Wolverine – que concentrou as atenções nos filmes dos X-Men mas passou vergonha no voo solo. Não se trata de um super-herói, mas, nessa linha, vale citar também o Marv de Mickey Rourke, em Sin City – A Cidade do Pecado (Sin City, 2005).

Por outro lado, são vários os casos de adaptações em quadrinhos que naufragaram muito em parte devido à atuação equivocada dos atores na pele de personagens icônicos. Claro, na maior parte das vezes os pobres coitados nem têm culpa – afinal, há um roteiro que precisa ser seguido e é aí, na história fraca e nos diálogos clichês, que algumas estrelas de Hollywood se afundam, Já é piada batida falar, por exemplo, da participação do galã  George Clooney no circense Batman e Robin(1997). Ele mesmo renega sua participação no filme de Joel.Schumacher, que, na adaptação anterior, Batman Eternamente (Batman Forever, 1995), já havia colocado Val Kilmer em maus lençóis.

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Mais recentemente, depois de muita expectativa, cinéfilos e fãs de quadrinhos saíram da sessão de cinema sem entender que diabos Ryan Reynolds estava fazendo no uniforme do Lanterna Verde, na adaptação de Martin Campbell (Green Lantern, 2011). Não bastasse a cara de tolo que Reynolds carrega consigo neste e em outros filmes, a chegada às telas do Lanterna Verde assumiu um tom propositalmente infantil, numa tentativa de fazer um filme para “toda a família”.

A máscara de Reynolds, que parece saída de alguma série da Disney Chanel, é um exemplo emblemático de uma adaptação que errou no tom. Justamente em um momento em que o herói fazia bonito nas histórias em quadrinhos, após ser literalmente renascido nas mãos do roteirista Geoff Johns e do desenhista brasileira Ivan Reis.

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Exatamente dez anos atrás, era a vez de Demolidor – O Homem Sem Medo (Daredevil, 2003) virar alvo da fúria dos fãs.E nem precisava ser daqueles xiitas pra isso. Não sei qual dos papeis é mais constrangedor: Ben Affleck na pele do Demolidor ou a insossa Jennifer Garner tentando dar uma de mulher fatal como Elektra. A ficha parece não ter caído para os produtores e Elektra ganhou inclusive um filme solo (Elektra, 2005), execrado na mesma intensidade. Esses são só alguns exemplos que vêm com facilidade à cabeça. Mas não são os únicos casos.

Para você, quais outros atores se meteram em uma roubada ao assumir o papel de super-heróis no cinema?

Créditos:Rafael Waltrick

Tudo_sobre_cinemaFelizmente para os cinéfilos, obras sobre cinema e com listas dos “melhores” filmes, diretores e atores hoje enchem as prateleiras de qualquer livraria bem estruturada. O diferencial de Tudo Sobre Cinema é o capricho na edição e a preocupação em apresentar de forma didática e clara um panorama geral da história do cinema desde o século XX. É uma enciclopédia, no fim das contas, mas longe de ser burocrática ou maçante.

Todo o material é apresentado em ordem cronológica, organizado tematicamente por região ou gênero. Em geral, o livro é formatado em capítulos, como “Os primeiros épicos” ou “Heroínas do cinema mudo”, por exemplo, em artigos de duas ou quatro páginas. No rodapé da página há sempre uma linha do tempo que apresenta os principais acontecimentos da década, referentes à temática do capítulo.

O mais interessante é que cada capítulo é seguido por um ou dois filmes que são “destrinchados” e que mostram, na prática, as características de determinada época ou gênero. Há sempre um pequeno artigo sobre o filme e as cenas mais marcantes da produção, acompanhadas de fotos e um breve perfil do diretor ou do ator/atriz que viveu o protagonista. Por isso o aspecto didático da obra: é como se estivéssemos assistindo a uma aula em que, ao final, o professor apresenta um exemplo para comprovar tudo o que foi dito até então.

“Em Tudo Sobre Cinema, optamos por uma série de tomadas de introdução, cada uma apresentando uma fase significativa ou um elemento na história da sétima arte – uma década crucial, uma tendência, um gênero ou o ponto alto na produção de determinado país ou região -, antes de partir para os close-ups de filmes marcantes do momento em questão”, diz na introdução do livro o editor Philip Kemp.

 Livro traz raio-x de filmes que marcaram determinada época ou gênero.

As ilustrações, cartazes e fotos de bastidores são abundantes, sendo que nenhuma imagem escapa de ter uma legenda que a situe no contexto do capítulo – mais uma preocupação dos autores em agregar informação ao livro, ao contrário de muitas obras por aí, que são somente uma colagem de fotografias. Tudo Sobre Cinema tem 576 páginas, pesa um bocado e, por isso, apesar de permitir uma leitura não-linear, não é daqueles livros que se leva na mochila ou na bolsa para folhear dentro do ônibus ou no intervalo do almoço. Características que o tornam de fato uma ferramenta de estudo, para ler com calma em casa. Satisfação cinéfila garantida.

Onde comprar: CulturaSaraivaCuritiba e no Submarino.

Créditos – Rafael Waltrick

para salvar uma vida

Para Salvar Uma Vida,

é um livro para ler, chorar e aprender.

Baseado no filme: To Save a Life, (um filme que todo aquele que se diz Cristão, deveria ver), a estória é narrada em terceira pessoa com foco para Jake Taylor que parecia ter a vida perfeita: ele era o astro do basquete, namorava a menina mais bonita do colégio e era o ‘queridinho’ da escola.

Todos olhavam para Jake e sentiam inveja,com toda essa Super popularidade, ele acaba afastando-se de seu amigo de infância Roger Dawson. Mas ninguém sabia que esse ‘mundo’ de Jake estava desmoronando após o suicídio do seu mrlhor, Roger que não consegue acompanhar Jake em sua reputação.

Depois daquele dia Jake se torturava e ao buscar respostas para sua própria vida, uma pergunta vem à tona: “Eu poderia tê-lo salvado?” Isso o levou a tomar algumas decisões, Jake se vê profundamente comprometido em ajudar os rejeitados – pessoas estas que muitos nem sequer olham. Eventos vão começar a ocorrer em sua vida, que resultará em uma bela história.

Livro que faz referencia a muitos jovens que se deleitam nas paixões do mundo, importante lembrar que ele também traz uma mensagem de esperança a cada pagina e o amor transborda a cada palavra, faz você refletir sobre as consequências das suas ações e decisões sobre a sua própria vida e sobre a vida de outras pessoas, e como outras decisões, pequenos gestos, poderiam salvar vidas, literalmente.

Autor: Britts, Jim; Britts, Rachel

Editora: Bv Films – Livros

Categoria: Literatura Estrangeira / Romance

Onde Comprar: Submarino  –   Água da Vida Livraria Evangélica

Créditos: Bruna Lippo


star trek

Tão grandioso e impactante quanto seu antecessor, “Além da Escuridão – Star Trek”  equilibra-se entre fazer todo tipo de referência ao filme anterior e reverência a elementos já consagrados daquele universo.

J.J. Abraham o criador de “Lost”, que em 2009 deu nova vida à saga da boa e velha série “Jornada nas Estrelas”, com o filme “Star Trek”, volta a escalar a tripulação da Enterprise para novas aventuras em “Além da Escuridão – Star Trek”, que se mantém totalmente fiel aos costumes antigos é candidato a blockbuster do fim de semana.

 Benedict Cumberbatch, construiu um vilão tão ameaçador quando o Nero do primeiro filme, mas muito mais tridimensional e inteligente seu personagem Khan é um terrorista alienígena que planeja destruir a Terra, como vingança contra algo que aconteceu no passado contra seu povo.

Para isso, ele consegue atrair a atenção de Kirk (Chris Pine) e Spock (Zachary Quinto), que saem à sua procura a bordo da espaçonave já conhecida de várias gerações de fãs. Incorporada à tripulação está a bela Carol (Alice Eve), filha do almirante Marcus (Peter Weller, de “Robocop”), a quem Kirk terá que se reportar. A bordo, o almirante embarcou um arsenal bélico, cuja finalidade continuará misteriosa durante boa parte do filme.

 Idealizado para atingir uma geração de fãs mais jovens, aproveitando os efeitos do 3D, o diretor remete ao espectador a combinação perfeita de sequências de ação de cair o queixo com dramas pessoais cativantes.

A exploração do universo e a busca de outras formas de vida fora da Terra, parte central do seriado televisivo, acabam ficando em segundo plano, o que é uma pena para quem gosta de ficção científica.

Trailer legendado de “Além da Escuridão – Star Trek”

Créditos – Luiz Vita/Leandro Steland

Lançamento: 27/07/2010

Disponível para venda

Diretor: Francis Ford Coppola

Elenco: Al Pacino, Diane Keaton, Talia Shire, Andy Garcia, Eli Wallach, Joe Mantegna, George Hamilton, Bridget Fonda, Sofia Coppola, Raf Vallone, Franc D´Ambrosio, Donal Donnelly, Richard Bright, Helmut Berger, Don Novello, entre outros.
Sinopse:
O Poderoso Chefão Parte I
Don Vito Corleone é o líder de uma família mafiosa de Nova York. Problemas surgem quando um gângster apoiado por outra família da Máfia, Sollozzo, anuncia suas intenções de começar a vender drogas em toda Nova York. Don Vito odeia drogas. A rivalidade entre os dois nasce dessa discordância a ponto de Sollozzo tramar o assassinato de Don Vito, mas o tiro sai pela culatra e Don Vito não morre.

O Poderoso Chefão Parte II

Continuando a saga da família Corleone, nesta parte II de O Poderoso Chefão é considerada a parte abrilhantada, entre outras, pela a atuação de Robert De Niro, interpretando o jovem Vito Corleone, que cresce na Sicília e segue para Nova York no início dos anos 1900. Um contraste com a vida madura do filho Michael (Al Pacino) nos anos 50, que controla a expansão dos negócios da família dentro de Las Vegas, Hollywood e Cuba. O filme conquistou cinco Oscar, nas categorias de Melhor Filme, Direção, Ator Coadjuvante, (Robert De Niro), Roteiro Adaptado e Música.

O Poderoso Chefão Parte III
Nesse último filme é retratado o envelhecimento de Don Michel Corleone (Al Pacino), a busca pela legitimação dos interesses da família – com a ajuda do sobrinho Vicente Mancini, interpretado por Andy Garcia – e a tentativa de consolidar uma aliança com o Vaticano. Michael, o atual chefão dos Corleone, está prestes a realizar um negócio que pode limpar seu dinheiro e o nome de seus descendentes. Mas, o destino lhe prepara uma armadilha e o sangue volta a jorrar na família.

Informações Técnicas:
O Poderoso Chefão Parte I
– Duração: 177 minutos, aproximadamente
– Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 1.78-1
– Áudio: Inglês e Português (5.1 Dolby Digital)
– Legenda: Inglês e Português

O Poderoso Chefão Parte II
– Duração: 202 minutos, aproximadamente.
– Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 1.78-1
– Áudio: Inglês e Português (5.1 Dolby Digital)
– Legenda: Inglês e Português

O Poderoso Chefão Parte III
– Duração: 170 minutos, aproximadamente
– Formato de Tela: Widescreen Anamórfico 1.78-1
– Áudio: Inglês e Português (5.1 Dolby Digital)
– Legenda: Inglês e Português

Extras:
– Comentários de Francis Ford Coppola
– O Mundo de “O Poderoso Chefão” (duração: 10:59)
– A Obra-prima que Quase não Existiu (duração: 29:46)
– Quando as Filmagens Pararam (duração: 14:19)
– Restaurando “O Poderoso Chefão” (duração: 19:07)
– “O Poderoso Chefão” no Tapete Vermelho (duração: 4:04)
– Quatro Curtas-Metragens Sobre “O Poderoso Chefão”: O Poderoso Chefão Vs O Poderoso Chefão Parte 2 (duração: 2:18), Variação sobre Um Mesmo Tema (duração: 1:40) Cannoli (duração: 1:40), Clemenza (duração 1:46), Easter Egg – Menu Principal Up – About Mob (1:55)