Category: Filmes Classicos


Dracula (1931)

Quando foi escalado para interpretar o vampiro mais famoso de todos os tempos, o húngaro Bela Lugosi não falava sequer uma palavra em inglês. Para dizer suas falas, ele as memorizava foneticamente. O resultado foi uma interpretação aterrorizante. Drácula falava de forma pausada e com um ritmo assustador, lembrando mesmo alguém já meio-morto. Aliás, a fotografia usa e abusa da imagem sinistra de Lugosi. Alguns planos de Drácula só olhando para o público com seu olhar sombrio são comuns, e causaram terror quando exibidos pela primeira vez.

Aliás, a interpretação de Bela Lugosi tornou-se molde para as futuras encarnações do vampiro. Em nenhuma passagem do livro homônimo do escritor irlandês Bram Stoker (que escreveu “Drácula” em 1897) menciona-se um falar pausado nem sinistro como o interpretado por Lugosi em “Drácula”. Apesar disso, tornou-se marca registrada do vampiro, além de seu olhar enigmático. Mesmo em filmes com vampiros que não são Drácula, às vezes, seguem esse modelo. Por mais que tenha se imortalizado no papel, Lugosi só foi viver Drácula novamente na comédia “Bud Abbott Lou Costello Meet Frankenstein”, em 1948.

Por mais que a inspiração tenha vindo do mais bem-sucedido livro de Bram Stoker, o filme “Drácula” é uma adaptação da peça de teatro feita a partir do livro, escrita por Hamilton Deane. Devido aos problemas financeiros da época da Depressão norte-americana, a Universal Pictures não podia bancar uma adaptação fiel ao livro, então optou pela versão simplificada adaptada ao teatro. O próprio Bela Lugosi já havia interpretado Drácula na Broadway, um dos motivos pelo qual foi cogitado para o papel no cinema.

O filme começa com R. M. Renfield, um corretor de imóveis, indo até a mansão do conde Drácula, na Transilvânia. O vampiro está de mudança para a Inglaterra. Durante a noite, porém, as várias mulheres de Drácula o cercam, atrás de seu sangue, mas o conde as impede, dizendo: “Ele é meu”. Na próxima cena, já a bordo de um navio, Renfield já se tornou um completo louco.

A história realmente começa quando Drácula entra em contato com a família do dr. Steward, dono do hospital psiquiátrico para onde Renfield é mandado. A filha do médico, Mina, torna-se objeto de obsessão de Drácula. Um colega do dr. Steward, o dr. Continue lendo

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Na época em que “Star Wars Episódio IV – Uma Nova Esperança” era chamado apenas de “Star Wars”, iniciava-se um dos maiores, se não o maior, fenômenos da indústria cinematográfica, criando uma infinidade de subprodutos e legiões de fãs. O filme deu início a toda uma geração de técnicas de efeitos especiais. Também foi responsável por fazer Hollywood largar seu gosto por filmes autorais para preferir filmes grandes e que gerassem bastante renda. “Star Wars” e “Tubarão” são apontados como os primeiros blockbusters legítimos. Dirigido e escrito por George Lucas, “Star Wars” estreou nos cinemas norte-americanos em 1977, fazendo história.

O inesquecível Darth Vader já estava bem claro em sua concepção, mas faltava construir os outros personagens. Já chegou a pensar que Luke (que tinha sobrenome StarKiller) seria um general de 60 anos e Han Solo tinha pele verde e guelras?Mas, felizmente, George reformulou sua idéia e resolveu fazer drásticas mudanças no roteiro.
Depois teve de convencer o estúdio a bancar seu projeto. E ele queria mais. Queria revolucionar o cinema com efeitos jamais vistos antes. Foi assim que nasceu a ILM (Industrial Light & Magic), a maior empresa de efeitos especiais da atualidade.Depois começou a escalar o elenco. Nomes como Jodie Foster, Kurt Russell e Sissy Spacek foram cotados para o elenco principal. Mas Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford que foram escolhidos e se tornaram celebridades logo após o lançamento do filme. David Prowse foi escolhido para ser Vader, mas o que realmente não agradava era sua voz que não combinava nada com seu imponente porte. Foi aí que James Earl Jones apareceu com sua voz forte, assustadora e marcante que nos faz dar pulos de ansiedade quando ele pronuncia: “Yes, my master”.

Cineastas como Peter Jackson, Ridley Scott, Dean Devlin, Roland Emmerich, Kevin Smith e John Singleton dizem ter se influenciado de alguma forma pelo longa, e James Cameron (de “Titanic”) resolveu virar diretor por causa dele. O crítico inglês Tom Shone diz que Spielberg e Lucas foram responsáveis por devolver ao cinema sua função original, a de entreter o público. Continue lendo

O ilustrador Justin Reed parece ter uma predileção por filmes clássicos, a diferença é que ele gosta de de ilustrá-los brilhantemente. Apesar de não gostar de dividir suas obras com o público, algumas pessoas terão a oportunidade de comprar cinco obras em um show na APW Gallery de Nova York. Os filmes escolhidos foram: Taxi Driver, O Poderoso Chefão, O Dia que a Terra Parou, Casablanca e Monty Python e o Cálice Sagrado e custarão 150 dólares cada. Confira as Ilustrações de Reed:

Créditos: muitolegal.net

Uma lenda desde o início, “Metrópolis” é um filme tão icônico que mesmo quem nunca o assistiu conhece imagens do mesmo ou pelo menos a “robotrix” Futura.

Virou símbolo de ficção-científica, do cinema mudo, do cinema alemão, de super-produção. É tudo isto e muito mais – simplesmente um dos maiores marcos na história da sétima arte.
É muito difícil perceber hoje como o filme é influente uma vez que já estamos acostumados com muitas das coisas estabelecidas por ele, mas é inegável a importância do filme para a cinematografia mundial, sem esquecer de sua qualidade – não apenas foi um filme inovador, é também um filme excelente.

Futura, o design original de C-3PO de “Guerra nas Estrelas” e o C-3PO como conhecemos: inspiração total.

Trama

O filme se passa na cidade de “Metrópolis“, num futuro distópico (até hoje não se sabe o ano – 2.000, 2.026 ou 3.000, dependendo da versão do filme – sobre isso falaremos mais depois), onde os ricos (governantes e industriais) vivem em luxuosas coberturas e os pobres (operários) vivem no subterrâneo.

Um dos personagens principais é Joh Fredersen, uma espécie de Donald Trump, líder da cidade (e dos milionários) e dono do maior arranha-céus da cidade. Um dia, o filho deste milionário, Freder, se apaixona por uma babá, Maria. Só que esta babá não é uma moça pobre qualquer… E ao segui-la, descobre uma realidade que jamais sonhara existir.  continue lendo >> Continue lendo

Não é novidade pra ninguém que a Focus Filmes/FlashStar estava negociando os direitos de Flashman e Jiban para lançá-los em DVD no mercado brasileiro, conforme anunciou o próprio Afonso Fucci, gerente de marketing da empresa em entrevista ao Grupo Tokusatsu.

A boa notícia é segundo informação do Grupo as negociações estão concluídas e ambas as séries já foram adquiridas pela Focus, que deverá lançar o material em breve. Como Flashman ainda não foi inteiramente lançado em DVD no Japão, resta a espectativa dos fãs para que a qualidade extremamente baixa como vista em Jiraiya não aconteça novamente. E quem ficou decepcionado principalmente com Jiraiya, o próprio Afonso prometeu cuidar pessoalmente de todos os detalhes pra que nada saia errado desta vez.

É bem provável que ambos os tokusatsus sejam disponibilizados em dois boxes cada assim como feito com Jaspion, Changeman, Jiraiya e National Kid.

Já quanto a Kamen Rider Black, mais uma vez não foi anunciado. Sendo um produto que venderia com certeza, a questão do final da série, tão comentada até mesmo aqui na Tokufriends em outros tempos, segue se concretizando (infelizmente) como falsa. Do contrário uma empresa como a Focus Filmes (nitidamente interessada em colocar todas as séries Tokusatsu de maior audiência no mercado de DVD sob uma de suas marcas) poderia já estar anunciando o lançamento neste momento. Aguardaremos mais informações em breve.

Para “2001 – Uma Odisséia no Espaço”, é preciso encontrar uma outra palavra. “Clássico” não é suficiente. Talvez o vocabulário humano ainda não tenha desenvolvido um termo que faça justiça ao que é este trabalho do lendário cineasta Stanley Kubrick. Aqui, uniram-se as forças de Kubrick e Arthur C. Clarke, renomado autor de ficção-científica que morreu este ano.

Os principais temas de “2001″ centram-se entre a evolução humana, os rumos da tecnologia e inteligência artificial, vida extraterrestre e outros temas até então nunca tão bem tratados na telona. Alguns dos conceitos foram retirados de alguns contos escritor por Clarke nos anos 40. A direção de Kubrick serviu de complemento para transformar “2001 – Uma Odisséia no Espaço” em um dos filmes mais complexos de todos os tempos.

No primeiro dos “episódios”, vemos o despertar da humanidade. Numa sequência sem qualquer tipo de diálogo, vemos um grupo de macacos convivendo em sociedade. O ponto de evolução acontece quando um mata o outro usando um osso como arma, marcando a invenção da ferramenta. Nessa hora também surge um estranho objeto preto e retangular, que até hoje é assunto de especulação quando se fala de “2001″. Este “monolito”, como é chamado, é apontado por alguns como a representação da evolução da espécie, pois sempre aparece num momento em que a humanidade dá um grande passo. Nesta primeira vez, o grande passo foi a invenção da ferramenta. O conceito de ferramenta dá origem a muitas coisas, entre elas, o computador e a inteligência artificial. E é sobre isso o segundo “episódio”.

Neste, temos diálogos e personagens humanos, além de alguns robóticos. O doutor Heywood R. Floyd (William Sylvester) está numa missão misteriosa. A nave dele pousa na Lua para investigar um estranho objeto negro e retangular que surgiu do solo. Trata-se de mais uma aparição do “monolito”, que os macacos descobriram. Dezoito meses depois, a ação passa para o controle de Dave Bowman (Keir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood), dois astronautas a bordo da nave Discovery One, que contém ainda três cientistas dormindo em câmaras especiais e o controlador de tudo, o super-computador HAL 9000. A máquina é tida como o máximo de inteligência artificial desenvolvido pela humanidade, capaz até de imitar reações e emoções humanas. Esta história vai na contra-mão das outras, representando uma desconstrução da humanidade. Chega um momento em que HAL reporta uma falha no lado de fora da nave. Quando os astronautas chegam lá para consertá-la, não há nada. HAL, o super-computador, errou.

“2001 – Uma Odisséia no Espaço” tem ainda mais um episódio, talvez o mais enigmático de todos, que envolve o “renascer” da humanidade. Mas o filme é sempre lembrado pelo conflito entre homem e máquina – HAL não admitindo que errou e o time de astronautas tentando desligá-lo para que não comprometa a missão. O “monolito” não aparece nessa ocasião.

O filme inovou também os efeitos especiais. A comunidade científica apontou que grande parte das retratações de “2001 – Uma Odisséia no Espaço” são bem precisas, semelhantes à realidade. O espaço sideral é silencioso, os astronautas flutuam nas naves… O que mais impressiona é o quanto o filme acertou com relação ao retrato de 2001. No filme, existem televisões de tela plana, identificação por voz, um computador que pode ganhar de um humano no xadrez, e até a resistência de empresas como IBM e Hilton.

A trilha sonora é outro espetáculo. Talvez pela escassez de diálogos, muito do destaque que se dá ao filme é devido à sua trilha sonora. Trabalhos de Strauss, Mozart, Beethoven e muitos outros estão lá. “2001″ chega a ter números musicais, que são seqüências só com música e ação sem diálogos acontecendo na tela. A valsa de Brahms, por exemplo, é o tema de uma estação espacial em órbita e uma caneta que escapa do bolso de um astronauta, devido à falta de gravidade.

Em 1984, foi lançada a adaptação do segundo livro, “2010 – O Ano em Que Faremos Contato”. Apesar de não ser dirigido por Kubrick, o diretor Peter Hyams teve a “bênção” dele e do autor, Clarke, para realizar a adaptação. Neste filme, uma equipe é escalada para resgatar a nave Discovery (a de HAL 9000, que se perdeu no espaço no primeiro filme) nove anos depois. O valor dela restringe-se ao do que é, uma adaptação, e não a revolução cultural, histórica e estética de “2001″.

Ao falar de um filme como este, qualquer palavra parece inferiorizá-lo. Assunto de interpretações até hoje, “2001 – Uma Odisséia no Espaço” é, sem dúvida, a obra maior de um dos maiores autores de cinema de todos os tempos. As decisões tomadas por Kubrick e Clarke definiram “2001″ como um eterno clássico; até que surja uma palavra melhor.

Tailer Aqui

Fúria de Titâs (1981)

Para quem já foi conferir nas telonas o “remake”F úria de Titâs, aconselho a ver o épico de 1981. Baseado na figura mitológica de Perseu,conta a história de como o rei Acrisio demostra toda a sua raiva contra Zeus pelo fato do deus do olimpo ter engravidado a princesa Danae. Acrisio lança mãe e filho no mar em uma arca de madeira,porém a pequena embarcação é observada por Poseidon que está disfarçado em forma de uma ave branca,Poseidon leva a noticia ao Olimpo e informa Zeus sobre a atitude de Acrisio.

Zeus ordena então que Poseidon liberte o Titã Kraken para que destrua a cidade de Argos que é destruida pelo titâ. Enquanto Danae e Perseu encontram abrigo na ilha de Sérifo onde vivem até Perseu atingir a idade adulta. Calibos é filho de Tetis a deusa dos mares,esse era pretendente de Andrômeda,filha de Cassiopéia, herdeira da cidade de Joope. Calibos é punido por Zeus que o transforma em um monstro,forçando a viver em pântanos e brejos, punição essa pelo fato de Zeus ter incumbido Calibos a proteção dos poços de lua,ao invés disso Calibos caça e mata tudo que tem vida matando até os cavalos alados de Zeus, restando apenas Pégasus. Tetis então amaldiçoa Andrômeda,fazendo com que nenhum homem venha a desposa-la e consequentemente irando-se contra o filho de Zeus (Perseu).

Perseu então adulto é trazido por Tetis a ilha de Joope, onde fica sabendo de Andrômeda e seu drama: Que cada pretendente que queira casar com ela terá que decifrar um enigma que era dada por Calibos. Perseu ajudado por Zeus descobre o enigma e desvenda o sonho de Andrômeda assim a maldição fora quebrada,no entanto próximo ao casamento de Perseu e Andrômeda Tetis ameaça destruir Joope caso Andrômeda não fosse dada por sacrificio ao titâ “Kraken” aí então começa a aventura de Perseu em busca da salvação de Andrômeda e a cidade de Joope.

Em Fúria de Titâs(Clash of the Titans) foi o último trabalho de Ray Harryhausen com o genero com modelos de massa tipo stop-motion.

CURIOSIDADES

Algumas modificações foram feitas nesse remake,tais como a coruja mecânica que aparece no original,faz uma pequena aparição no remake.

Fúria de Titâs é um filme recomendavel para quem aprecia grandes clássicos que marcaram história.Vale a pena assistir.

POR RICARDO SÁ


O clássico filme dos anos 80 A História Sem Fim está sem lançado em Blu-ray no Brasil pela Warner Home Video.

Uma fantasia , extraordinária e envolvente, com características muito criativas.  A História Sem Fim segue os limites da imaginação graças ao diretor / co-escritor Wolfgang Petersen (Mar em Fúria) e um time de técnicos (com créditos que incluem 2001: Uma Odisséia no Espaço e Alien: O Oitavo Passageiro) que deram vida aos mais encantadores personagens.

Bastian (Barret Oliver) é um garoto que usa sua imaginação como refúgio dos problemas do dia-a-dia, como as provas do colégio, as brigas na escola e a perda de sua mãe. Um dia, após se livrar de alguns garotos que insistem em atormentá-lo, ele entra em uma livraria. Lá o proprietário mostra um antigo livro, chamado A História Sem Fim, o qual classifica como perigoso. O alerta atiça a curiosidade de Bastian, que pega o livro emprestado sem ser percebido.

A leitura o transporta para o mundo de Fantasia, um lugar que espera desesperadamente a chegada de um herói. A imperatriz local (Tami Stronach) está morrendo e, junto com ela, o mundo em que vive é aos poucos devorado pelo feroz Nada. A única esperança é Atreyu (Noah Hathaway), que busca a cura para a doença da imperatriz com a ajuda de Bastian. 
O Blu-ray tem preço sugerido de R$ 59,90, traz a opção de idioma em português, inglês e francês e legenda em português, inglês e espanhol.