Archive for julho, 2013


donkey-kongDonkey Kong é uma das franquias mais amadas da Nintendo, sendo é uma das únicas capazes de rivalizar em quantidade de fãs com a série do gordinho bigodudo de macacão vermelho, acaba de ganhar uma novidade. Um talentoso fã dos macacos e do próprio Mario, identificado pelo nome GuizDP, produziu uma sequência de Stop Motion.

Para produzir Donkey Kong, Guiz utilizou mais de 1.500 fotografias, vários fixadores coloridos e uma tonelada de paciência até conseguir organizar as imagens de maneira correta. Vale a pena conferir até mais do que uma única vez o vídeo e ficar de boca aberta com a perfeição a que o rapaz conseguiu chegar.  Confira o Vídeo Aqui

Créditos: GuizDP/Maurício M.Tadra

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Wolverine2013Nas histórias em quadrinhos de Chris Claremont e Frank Miller, Wolverine carimbou o passaporte para o Japão pela primeira vez em 1982, em sua primeira HQ solo. A história serviu de inspiração para o longa, que agora leva aos cinemas o passado samurai de Logan/Wolverine, filme que mistura ação e suspense promete mostrar um lado mais humano e até frágil de Logan.

“Wolverine – Imortal” segue os acontecimentos de “X-Men: O Confronto Final”. Depois de matar Jean Grey (Famke Janssen) para salvar a humanidade, ainda atormentado Wolverine (Hugh Jackman)  resolve se isolar em uma floresta no Canadá, após fazer um juramento de não violência. A promessa chega ao fim ao mesmo tempo em que seu passado o alcança, quando Yuki (Rila Fukushima)  a mando do pai adotivo o leva para o Japão, ao encontro de Yashida (Hal Yamanouchi), que foi salvo por Logan em Nagasaki, no Japão, na época em que a bomba atômica foi detonada, no ano de 1945. Yashida quer a imortalidade de Logan (que considera isso uma maldição), oferece ao mutante – como forma de agradecimento – a chance de assumir os poderes de cura que o perturbam. Porém, a troca não é aceita.

Da recusa de Logan começa a trama bem-construída pelo diretor Jerry Mangold e os roteiristas Scott Frank e Mark Bomback, em que Logan precisa proteger a neta do bilionário, herdeira do clã, de uma rede de inimigos não claramente identificáveis.

O enredo tem o mérito de manter a forte personalidade do personagem e ainda dar-lhe uma triste carga emocional – que ele só abandona nas boas sequências de ação. Hugh Jackman – que assumiu o personagem em 2000 – desenvolveu com maestria a evolução do herói e mostra por que é o intérprete absoluto de Wolverine nos cinemas. Nas cenas de ação (com uma ótima sequência que se passa em cima de um trem bala) ou nas mais sérias o ator carrega a essência do personagem dos quadrinhos – e ofusca os companheiros de elenco.

O cenário do filme é um Japão contemporâneo, em que a alta tecnologia convive com tradições e códigos de honra milenares. A direção de arte remete esteticamente àquele das primeiras histórias em quadrinhos da Marvel: um país povoado quase inteiramente por mafiosos tatuados, ninjas, samurais e gueixas

Se comparada a outras adaptações para o cinema, “Wolverine – Imortal” representa uma nova fase para o herói, que volta em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (deve estrear em 2014). Mesmo que com ritmo falho, o longa tenta não se apoiar tanto nas explosões e batalhas – desenvolve melhor seus personagens e entrega mais do que apenas efeitos especiais.

Créditos: Sandro Moser

Crítica – Turbo

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Animação pensada para crianças, mas com gracinhas suficientes para divertir também os adultos, “Turbo”, de David Soren, parte de um paradoxo: um protagonista como Téo, um caracol de jardim que se transforma em piloto de automobilismo, na disputada prova das 500 Milhas de Indianápolis.
Nada mais lerdo do que um caracol, certo? Por isso mesmo, Téo (voz de Bruno Garcia na versão brasileira) é obcecado por velocidade. Não se conforma com a rotina diária de sua comunidade, que se limita ao trabalho numa pequena horta de tomates.
Téo passa as noites assistindo a vídeos de corridas de automobilismo, tendo como ídolo o metido campeão francês Guy Champeón — que é a cara do piloto Alain Prost, antigo rival de Ayrton Senna na Fórmula 1.
Chet, o irmão de Téo, é prudente e conservador. Tenta tudo o que pode para tirar a fixação por automobilismo, aparentemente absurda, da cabeça do caçula. Não funciona. Os dois acabam expulsos do jardim, depois de mais um incidente provocado pelo imprudente caracolzinho.
Os dois caem nas ruas da cidade e são capturados por Tito, um dos dois irmãos mexicanos donos de uma taqueria e que é louco por “corridas” de caracóis. Logo Téo e Chet vão conhecer uma turma de lesminhas como eles, só que bem acelerados: Chicote, Descolado, Derrape, Sombra Branca e a garota Brasa (voz de Ísis Valverde).
Apenas quando chega a este novo ambiente e disputa uma “prova”, Téo descobre que tem novos poderes. Ele os adquiriu durante uma escapada noturna, quando entrou num dos veículos que disputavam um racha e foi banhado num combustível aditivado. Por conta disso, o caracolzinho agora “acende” os olhos, como faróis, sintoniza rádios, faz barulhos como um carro e, o que é melhor, corre muito, deixando um rastro brilhante no chão.
Assumindo a identidade de suas fantasias, Turbo vai ser inscrito por Tito nas 500 Milhas de Indianápolis, não sem uma série de atribulações pelo caminho. Mas o regulamento não proíbe caracóis –quem pensaria nisto?– e Turbo vai se defrontar com seu ídolo, Guy, que mostra um lado bem mais competitivo na pista.
Bastante criativo e cheio de humor, o roteiro –assinado por Soren (corroteirista em “O Espanta-Tubarões”), Darren Lemke (corroteirista de “Shrek para Sempre”) e Robert D. Siegel (autor do script do drama “O Lutador”)– mantém o ritmo da animação, desenvolvendo uma turma de coadjuvantes marcantes e diversas sequências bem movimentadas.
Não tem nada de devagar a saga dos caracoizinhos, em que o estúdio Dreamworks parece ter dado uma boa tacada no território dominado pelas produções da Pixar.

 

Créditos: Neusa Barbosa

Depois de muita expectativa por parte da mídia e do público, finalmente estreou neste último fim de semana no Brasil O Homem de Aço (Man of Steel)

Primeiro: como se esperava, o filme segue o tom mais sério e dramático adotado por Christopher Nolan na trilogia do Batman. Vale lembrar que Nolan é um dos produtores de O Homem de Aço e David Goyer, que também escreveu os roteiros dos três filmes do Homem Morcego, foi o responsável pela trama da “reinvenção” do Superman no cinema. Fora uma ou outra frase dita por algum personagem coadjuvante, o filme não possui alívios cômicos. Ou seja, não é uma produção “para toda a família”, na linha das adaptações de Homem de FerroOs Vingadores e Thor feitas pela Marvel Studios. Percebe-se que a Warner Bros. vai seguir mesmo um caminho oposto ao da concorrência, ainda mais depois do fiasco que foi Lanterna Verde (Green Lantern, 2011).

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Como resultado de pesquisa no mestrado e doutorado em comunicação e linguagens a professora e pesquisadora  Dra. Denise Azevedo Duarte Guimarães publicou recentemente o livro Histórias em Quadrinhos & Cinema – Adaptações de Alan Moore e Frank Miller, Denise é docente aposentada da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e professora do programa de mestrado e doutorado em Comunicação e Linguagens da UTP –Universidade de Tuiuti do Paraná, onde coordena a linha Estudos de Cinema e Audiovisual.

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A professora deve a seus filhos (que costumam usar a casa da mãe como ponto encontro para compartilhar novos títulos de suas coleções, e conversar sobre o interesse comum). Contagiar a matriarca ao tema foi uma questão de tempo, tema ao qual dedicou quase meia década de estudos.

Nos quadrinhos colecionados por seus dois filhos, e ao começar a prestar maior atenção ao diálogo dessas obras com suas respectivas adaptações para o cinema, ela acabou por descobrir um vasto e rico território para o debate acadêmico, tanto no âmbito da narrativa quanto da Semiótica, uma das áreas fundamentais de interesse e pesquisa da professora.

Desde o início dos anos 2000, a indústria do cinema produz cada vez em maior quantidade histórias cuja origem está nas histórias em quadrinhos. O livro é uma publicação independente, na obra são analisados filmes baseados nos trabalhos dos consagrados autores Alan Moore e Frank Miller, a arte-final ficou por conta da editora da universidade, essa publicação é um dos primeiros estudos acadêmicos a respeito desse tema e faz uma discussão teórica sobre as adaptações.

“Meus filhos me deram de presente de aniversário o álbum com a 300 de Esparta, épica graphic novel de Frank Miller, e o filme de Zack Snyder nele baseado. Deles nasceu um artigo”, conta Denise. O texto foi apresentado e despertou bastante interesse no encontro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (Socine), em 2008, e serviu de ponto de partida para vários outros, analisando as transposições para o cinema de obras de Alan Moore (de Watchman e V de Vingança), cujas narrativas, diz a autora, têm “um viés borgeano, de pseudoilusão e de metalinguagem” e de Frank Miller (do já citado 300 de Esparta e Sin City). “Miller, por sua fez, parece criar seus álbuns como se fossem story boards, com posicionamentos de câmera, cortes, elipses de tempo, como um filme.”

Histórias em Quadrinhos & Cinema – Adaptações de Alan Moore e Frank Miller (220 páginas, ilustração em cores, R$ 45,00) tem tiragem limitada e pode ser adquirido diretamente com a autora, pelo e-mail denise.guimaraes@utp.br (o valor não inclui o frete). Também pode ser encontrado em dois locais de Curitiba/PR: Museu Guido Viaro (Rua XV de novembro, 1348) e Sesc Paço da Liberdade (Praça Generoso Marques, 189).

Créditos: Samir Naliato

cropped-topo21“Corajosos” é o quarto lançamento da Sherwood Pictures, o ministério de cinema de Sherwood Church, em Albany, Georgia. O primeiro lançamento desde “À Prova de Fogo”, o filme independente número 1 de 2008, “Corajosos” se junta a “Desafiando Gigantes” e “A Virada” para emocionar vidas através de histórias sinceras de fé e esperança.

O policial Adam, interpretado por Alex Kendrick, produtor do filme e escritor de vários livros, incluindo À Prova de Fogo, tem uma bela família, e ótimos colegas de trabalho. No entanto, tem um pouco de dificuldade em lidar com seu filho adolescente Dylan, por quem não faz muita questão de se sacrificar. Mas por sua filha Emily, Adam é completamente apaixonado. Ao lado de Nathan, Shane e David, Adam busca ser um grande policial e combater todos os males de sua pequena, mas relativamente perigosa cidade. Em meio a tanto compromisso, Adam poucas vezes se preocupou com sua conduta como pai, até que uma informação sobre o grande mal que a ausência de um pai provoca na vida dos filhos, e posteriormente uma tragédia em sua própria vida o impulsionam a mudar completamente suas atitudes. Juntamente com seus amigos, Adam decide que precisa mudar como pai, e cria um estatuto, comprometendo-se com Deus a dar tudo de si para fazer de seus filhos pessoas de bem e fieis a Deus até o fim da vida.

O filme é baseado em como as famílias são afetadas quando o homem não cumpre bem seu papel dentro de um lar. Não pense que isso é machismo, porque não é. A mensagem é que os filhos precisam de bons pais, o que apenas retrata a dura realidade: quando os pais são ausentes, certamente o futuro mostra na vida dos filhos o quanto essa ausência deixa marcas profundas, marcas negativas. E de uma forma bem dramática, mas com pequenas cenas divertidas, o longa conseguiu mostrar que nada pode ter mais valor do que nossos filhos e os princípios que ensinamos a eles, tais como benevolência, abnegação, honestidade, pureza moral e de caráter. Todo o homem que é pai ou deseja ser deveria assistir ao filme Corajosos, este filme retrata exemplos de forma clara de como deve ser a conduta de um pai e a importância da família viver em comunhão com Deus.

 

Créditos: Márcia Denardi

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O Cavaleiro Solitário, é a nova adaptação resultado da parceria Disney, Jerry Bruckheimer Films e Johnny Deep. O ambicioso projeto orçado em mais de 250 milhões de dólares visava a criação de mais uma franquia de sucesso  a ser explorada, mas ao que tudo indica isso não deve acontecer. A recepção morna que o filme teve nas bilheterias ao redor do mundo e as críticas negativas projetam um resultado muito aquém do esperado e põe em cheque até a permanência de Bob Iger. Ano passado em uma situação bem semelhante Rich Ross pediu demissão após o retubante fracasso de John Carter nas bilheterias.

A direção de O Cavaleiro Solitário coube a Gore Verbinski, anteriormente ele fez parceria com Deep nos dois primeiros filmes da cinesérie Piratas do Caribe e repetiu a dose na animação Rango. O elenco do filme ainda conta com as presenças de Armie Hammer (J. Edgar) fazendo o Cavaleiro Solitário, Helena Bonham Carter (Os Miseráveis) vivendo a prostituta Red, William Fichtner (O Homem Mais Procurado do Mundo) fazendo o pistoleiro Butch Cavendish, Ruth Wilson (Ana Karenina) fazendo a bela Rebeca Reid, e Tom Wilkinson (O Exótico Hotel Marigold) interpretando o empresário Latham Cole.

O Cavaleiro Solitário é uma aventura que mescla muito humor e ação que tenta apresentar esse herói mascarado para um público jovem e tornar a sua história divertida e interessante. O filme começa quando Tonto (Johnny Deep), o espírito guerreiro nativo americano narra a história da origem do herói e que foi responsável por transformar John Reid (Armie Hammer), um homem da lei, em uma lenda da justiça. Durante esta jornada estes dois improváveis companheiros precisam aprender a trabalhar juntos e lutar contra a ganância e a corrupção para enfim virarem heróis que passam a inspirar o imaginário de toda uma geração.

O filme já era esperado com certa desconfiança, talvez seja um personagem antigo que não  é muito conhecido do grande publico e  seu apelo comercial já poderia ter vencido, algo que aconteceu com O Fantasma (1996); filme estrelado por Billy Zane que foi um fracasso. O que animava era a presença de Johnny Deep, pois se ele conseguiu renascer o interesse do público por piratas porque não teria esse sucesso com westerns; mas infelizmente para tristeza de muitos o Tonto interpretado por Deep terminou refém de Jack Sparow.

Acreditava se que Verbinski iria utilizar um tom neste projeto próximo ao do que ele imprimiu em a A Mexicana (2001), que consegue ser engraçado/irônico ao mesmo tempo em que é um filme adulto. Mas a combinação do excesso de mentiras, piadas e as explicações minuciosas de todos os aspectos da trama fizeram com o que o filme ficasse demasiadamente longo, chato e bem infantil. O Cavaleiro Solitário infelizmente fica bem abaixo da qualidade os nomes envolvidos e ao que tudo indica vai “matar” a chance de mais um herói ter continuidade nas telas de cinemas, pelo menos por um bom tempo.

Créditos: Silvano Vianna

alice_no_pais_das_maravilhasA Disney começa a desenvolver uma sequência de sua bem-sucedida adaptação cinematográfica “Alice no País das Maravilhas”,história que dará continuidade à viagem de Alice (Mia Wasikowska) a esse lugar mágico onde combateu a Rainha de Copas e conheceu o Chapeleiro Louco, interpretado por Johnny Depp.

Um filme de Tim Burton que arrecadou desde sua estreia em 2010 mais de US$ 1 bilhão no mundo todo, informou o site da revista “Variety” “Alice no País das Maravilhas” foi distribuído em 3D e reconhecido com os prêmios Oscar de Melhor Direção de Arte e de Melhor Figurino.

O filme será inspirado no livro de Lewis Carroll, “Through the Looking-Glass”, subtítulo que a sequência deverá também receber. A trama da segunda parte do filme está a cargo de Linda Woolverton, que já trabalhou nos roteiros de clássicos da Disney como “A Bela e a Fera” e “O Rei Leão”, Joe Roth, Suzanne Todd e Jennifer Todd voltarão como produtores.

Na continuação, o diretor Tim Burton (A Noiva Cadaver),será substituido por James Bobin Os (Muppets) Também foi divulgado que a Infinitum Nihil, a produtora de Johnny Depp, assinou um contrato de prioridade com a Disney, até 2011 o vínculo era com a Warner.

Incansável, o ator será o protagonista de “Transcendence” ficção científica de Wally Pfister, com lançamento previsto para 2014.

“Alice in Wonderland 2: Through the Looking Glass” não tem ainda data de estreia prevista.

VDurante os protestos que tomam conta do Brasil, a máscara associada ao grupo hacker Anonymous tomou conta das ruas como símbolo de revolta. Mas você sabe o que ela realmente representa?

A máscara é uma referencia a Guy Fawkes, um famoso conspirador inglês, e foi popularizada no Brasil pelo filme V de Vingança, estrelado por Natalie Portman e Hugo Weaving.

O longa-metragem é inspirado na cultuada Graphic Novel criada por Alan Moore e publicada originalmente em 1983. Na história, a máscara é usada pelo personagem V, um enigmático anarquista que a usa como forma de esconder seu rosto deformado e como símbolo de resistência ao governo totalitário que tomou conta da Inglaterra num futuro  distópico.

Mas quem era Guy Fawkes realmente? Ele foi um soldado inglês que teve participação na “Conspiração da pólvora”, cujo plano era assassinar o rei Jaime I da Inglaterra e todos os membros do parlamento durante uma sessão em 1605. Esse ato seria o início de um levante popular.

Ele foi o responsável por preparar os barris de pólvora que seriam utilizados na explosão. Entretanto, a conspiração falhou e Fawkes foi condenado à forca por traição e tentativa de assassinato. Sua captura é celebrada até os dias atuais no dia 5 de novembro.

Esse momento histórico até ganhou um poema clássico, reproduzido nos quadrinhos e no cinema, que diz o seguinte:

“Lembrai, lembrai, o cinco de novembro

A pólvora, a traição e o ardil;

Por isso não vejo porque esquecer;

Uma traição de pólvora tão vil”

 

Os quadrinhos foram relançados no Brasil recentemente pela editora Panini e uma das edições especiais vem com a máscara de Fawkes.

Créditos; Daniel Reininger

teo-e-os-olhos-de-leordo-fe-em-jesusO sucesso literário escrito por Alexandre Monsores encantou a todos na versão impressa e promete conquistar novos fãs quando invadir as telonas.

O Músico, produtor e também escritor. Alexandre Monsores publicou sua primeira obra pela editora Ágape – pertencente ao grupo editorial Novo Século – durante a Bienal do Livro de São Paulo, em 2011.

 Cristão, o morador de Queimados – na Baixada Fluminense – Alexandre, transformou as oito páginas do rascunho que guardava em “Teo e os olhos de Leordo”. A fábula que conta a história do pequeno Teo, garoto que com 10 anos sofria bullying e numa visita ao sítio de seus avós, entra no tronco de um jovem ipê e vive uma surpreendente aventura num estranho mundo escondido.

 Comparado a clássicos como “As Crônicas de Nárnia” (C.S Lewis), a obra chega a sua segunda edição e recebeu a proposta de uma das divisões da Thomas Nelson, a maior editora de obras cristãs do mundo e sexta colocada entre todos os segmentos, para que o livro fosse adaptado para o inglês e distribuído nos Estados Unidos.

Além disso, a história ganhou uma versão cinematográfica e será a primeira fábula infanto-juvenil brasileira, oriunda de um livro, a ir para o circuito nacional de cinema. Com direção da Sergio Assis Filmes, produtora brasileira especializada na produção de longa-metragem e conteúdo audiovisual gospel para televisão.

 “Estamos vivendo um sonho,o elenco está sendo escolhido a dedo e a expectativa é muito grande. Nossa fase de captação de recursos apenas começou, mas estamos entusiasmados”, afirma Monsores.

 A produção deve estreiar nos cinemas em meados de 2015.

 Créditos:Lilian Comunica

Henry Cavill,Novo O Homem de Aço,Homem de Aço é comparado a Jesus para atrair público Cristão. Para divulgar o longa ‘O Homem de Aço’ entre os cristãos, os estúdios Warner Bros. recorreram a um portal segmentado. Na primeira campanha, Jesus é apresentado como ‘o super-herói original’

Em uma tentativa de atrair a audiência dos cristãos, os estúdios Warner Bros. contrataram os serviços de uma empresa de marketing especializada no público gospel para divulgar o filme O Homem de Aço, previsto para estrear em 12 de julho no Brasil. Segundo o site americano The Hollywood Reporter, a primeira iniciativa nesse sentido foi a publicação do texto intitulado “Jesus – O Super-herói Original” em um portal que sugere temas de sermões a pastores.

“As origens do Super-Homem estão baseadas na história de outro super-herói que também viveu de forma modesta até ser requisitado a demonstrar seus superpoderes. Jesus foi enviado por Deus para nos ajudar a carregar nosso fardo, para corrigir nossos vícios e superar as circunstâncias adversas que nos cercam”, diz a mensagem escrita por Craig Detweiler, um roteirista de cinema e publicidade com experiência em textos religiosos.

De acordo com o site, é praxe em Hollywood focar ações de divulgação em audiências religiosas. O próprio Detweiler já escreveu sermões relacionados a outros filmes, como Um Sonho Possível (2009).

O autor foi criticado por alguns cristãos, que repudiaram a forma leviana como falou de Jesus. Em entrevista à rede CNN, Detweiller alegou que é impossível negar a influência de Hollywood na sociedade. “Hollywood testa a nossa fé. Graças a pastores e congregações conscientes dessa influência, os estúdios de cinema têm ouvido a nossa voz “

Créditos: Veja

cartaz-o-homem-de-acoEstreia nesta sexta-feira nos cinemas o longa-metragem O Homem de Aço, que promete dar início a mais uma sequência de filmes do herói Super-Homem.

Adaptar histórias de sucesso para o cinema é sempre difícil. Quando a adaptação em questão é de um dos personagens de quadrinhos mais populares de todos os tempos, então, é ainda mais complicado. Por isso foi árdua a tarefa que o diretor Zack Snyder (300Watchmen) recebeu ao aceitar comandar Homem de Aço.

Desta vez, um novo olhar, ainda mais apoiado em efeitos especiais e um orçamento estimado em US$ 225 milhões, Snyder não só teve de trazer Clark Kent para os dias atuais, como também de fazê-lo à altura dos recentes sucessos na transposição de heróis para as telas, como o Batman de Christopher Nolan – aqui, aliás, como produtor do longa. É justo dizer que ele conseguiu cumprir ao menos parte da tarefa.

O longa-metragem começa com o nascimento de Kal-El (o Super-Homem) no planeta Krypton – fadado ao fim. O bebê logo é enviado à Terra por seu pai, o cientista Jor-El (Russell Crowe). Conselheiro de Krypton, o personagem é jurado de vingança pelo general Zod (Michael Shanon), vilão que ele impede de tomar o poder. Antes de ser preso, porém, Zod promete ir atrás do filho do inimigo no futuro, na Terra, adotado por um casal pacato, Jonathan (Kevin Costner) e Martha (Diane Lane) e Kal-El (Henry Cavill) passa a se chamar Clark Kent.

Assim como o Batman de Nolan, Clark Kent é um homem atormentado, o que é enfatizado logo no início, em uma longa sequência que mostra o herói em uma jornada para descobrir quem é e de onde veio – o que acaba levando, também, à sua transformação em Super-Homem.

A sua luta para se adequar à vida na Terra é apresentada por meio de memórias de sua infância. Quando descobre sua origem, porém, ele se transforma em Super-Homem e atrai a atenção de Zod. Como prometido, o vilão tentará dominar o filho de Jor-El e a Terra, cabendo ao herói enfrentar o inimigo. E  assim permanece, até que seu caminho cruza com o da repórter Lois Lane (Amy Adams), que investiga a descoberta de uma suposta nave espacial sob o gelo. É aí que o herói vai descobrir sua verdadeira identidade .

No clímax de  “O Homem de Aço” em sua reinvenção cinematográfica do herói, Superman enfrenta o General Zod em uma batalha de superseres jamais vista no cinema. Em outras palavras: o número de corpos nos destroços é imenso, a destruição é quase interminável. Imagine o clímax de “Os Vingadores” turbinado por um Michael Bay em escala maior do que no terceiro “Transformers”.

Mostrando-se muito melhor que seu horrendo antecessor, Homem de Aço tem tudo para ser o primeiro de uma série de grandes filmes de um herói por muito esquecido.

MMF2Sequências de animações costumam pecar pelo excesso. Na ânsia de apresentar novidades, elas com frequência oferecem uma overdose de personagens e situações que termina por quebrar o encanto que havia no filme original. “Meu Malvado Favorito 2” foge a essa sina apostando na máxima “em time que está ganhando não se mexe”.

A continuação repete as duplas originais de diretores e de roteiristas e preserva o foco nos pontos fortes do filme original. A saber: a relação do vilão regenerado Gru com Agnes, Margô e Edith, as garotinhas que adotou, e as trapalhadas cometidas pelos minions, assistentes do protagonista com forma de batata e linguajar incompreensível.

O coração da sequência ainda é a questão da paternidade. Antes de ser vilão, Gru é homem –portanto, alguém com tendência a ser bruto, despreparado para o afeto. A beleza está na transformação de Gru em um ser altruísta, que começou no primeiro filme e se completa no segundo–e que torna a animação recomendada aos pais.

Se o amor de Gru pelas filhas responde pela emoção, os minions representam o alívio cômico. Os roteiristas e diretores tiveram a sabedoria de aumentar o espaço dado a eles, o que garante ótimos momentos de humor visual.

Mantidas essas bases do primeiro filme, “Meu Malvado Favorito 2” oferece uma virada na trama. Gru, agora um pacato pai de família, é convocado pela Liga Anti-Vilões para encontrar um bandido escondido em um shopping.

Na missão, conta com a ajuda da agente Lucy Wilde. O principal suspeito da dupla é El Macho, um ex-vilão que se tornou dono de um restaurante mexicano. A maior novidade é a paixão que Gru desenvolve por Lucy, ao mesmo tempo em que sua filha mais velha cai de amores pelo filho de El Macho.

Mais do que o vilão, o protagonista terá que enfrentar a própria timidez e a adolescência da filha, acompanhada pelo temor de perdê-la para outro amor –algo que qualquer pai poderá compreender.

Ao equilibrar-se entre humor e sentimento, “Meu Malvado Favorito 2” mantém a essência e a qualidade do filme original –e fica acima da média das animações que estrearam neste ano.

Muitos ainda resistem em assistir às versões dubladas nos cinemas. No entanto, em “Meu Malvado Favorito 2’’, vale a pena dar uma chance ao filme em português.

Na dublagem o  humorista Leandro Hassum novamente dá voz ao personagem Gru -como já havia feito em “Meu Malvado Favorito’’ (2010).

Com relação aos novos personagens, Maria Clara Gueiros foi escalada para dublar Lucy, a agente da Liga Anti-Vilões. No núcleo dos malvados, cantores marcam presença. Sidney Magal, por exemplo, interpreta o divertidíssimo vilão El Macho, dono de um restaurante e pai de Antonio, amigo de Margo.

O garoto, por sua vez, ganha a voz do cantor Arthur Aguiar (ex-integrante do Rebeldes).

 

 

 

Créditos: Ricardo Calil

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“Os homens que não amavam as mulheres”, o primeiro livro da coleção, só sairia meses depois da morte prematura do autor, que infelizmente não tiraria proveito do sucesso de crítica e de público alcançado pela trilogia – os outros são “A menina que brincava com fogo” e “A rainha do castelo de ar”, todos publicados no Brasil pela Companhia das Letras -, levada às telas na Suécia e, parcialmente, nos EUA, em um longa estrelado por Daniel Craig e Rooney Mara, com David Fincher na direção.

Mesmo que milhões conheçam a história da personagem Lisbeth Salander, poucos sabem da vida de seu criador. O lançamento da HQ “Stieg Larsson – Antes de Millenium” que sai por aqui pela editora  Veneta, escrita por Guillaume Lebeau e ilustrada de forma brilhante por Frédéric Rébéna, ajuda nesta questão. São estas cinco décadas que foram resumidas nos quadrinhos; apesar de curto, o gibi mostra alguns fatos da biografia do escritor. Na verdade, três: a educação infantil, pelos avós, numa floresta da Suécia; a fase, já adulto, o treinamento de guerrilheiro marxista na África; e, finalmente, o períodocomo editor da revista “Expo”, que combatia as manifestações de extrema-direita naquele país e o ativismo antirracista.

Lançada no ano passado na França, a obra de Guillaume Lebeau e Frédéric Rébéna arrancou elogios da crítica em toda a Europa. Vale lembrar que tanto por lá quanto na Europa também já saíram adaptações para os quadrinhos da Trilogia Millenium, ainda inéditas por aqui.

Stieg Larsson: Antes de Millenium tem 64 páginas e vai custar R$ 24,90.

Créditos: Telio Navega

a senhor dos aneis“Amor Incondicional – a história de Oseias”, longa metragem, produzido pelos irmãor Rich e Dave Christiano, produção que tem no papel principal o astro americano Sean Astin, que brilhou no papel do hobbit Samwise, fiel escudeiro de Frodo na trilogia “O Senhor dos Anéis”. Astin também estrelou o popular filme juvenil dos anos 80, “Os Goonies”, de Steven Spielberg. O filme também conta com a presença de Erin Bethea, que atuou no papel de Catherine no filme “Prova de Fogo”, clássica produção cristã.

“Amor Incondicional” conta a história de um grupo de jovens que partem para um acampamento de final de semana. Lá, duas jovens do grupo acabam se desentendo seriamente. Para acalmar os ânimos exaltados, Stuart (Sean Astin), líder do grupo, decide contar a bela história de Oseias como exemplo de respeito e amor ao próximo. A partir de então os jovens se aprofundam na vida do profeta Oseias, que viveu em Israel no século VIII antes de Cristo.

Amor Incondicional

O filme mostra como o profeta Oséias (Elijah Alexander); enfrentou a todos e seguiu a vontade de Deus para se casar com Gomer Tehmina Sunny), uma prostituta, que o traiu e o abandonou, além de ser rejeitado pelo seu povo.   Mesmo assim, seguindo o exemplo do incrível amor incondicional de Deus, o profeta perdoa à esposa e seu povo e volta a cuidar dela depois que é jogada, pelo amante, no mercado de escravos.

O Filme traz uma história onde o verdadeiro sentimento de amor, é demonstrado de forma mais real e pura. Nela, as pessoas apreendem o importante sentido de amar incondicionalmente, sabendo perdoar e não julgar, em uma bela referência ao amor de Deus por todas as pessoas.

Créditos: Gospel Prime