Em  O marido perfeito mora ao lado, somos apresentados a uma mulher angustiada que busca a ajuda de uma terapeuta para salvar o casamento. Mas logo percebemos que a angústia é compartilhada por outros personagens, até mesmo pelos bem casados (ou principalmente por estes, como diz um deles). Então ocorre um crime. E os terapeutas farão o papel de investigadores. Quem é o culpado pela incomunicabilidade entre homens e mulheres? Uma questão que nem Freud foi capaz de resolver, embora passemos a vida atrás da resposta.

Felipe Pena é psicólogo, jornalista e tem pós-doutorado pela Sorbonne, mas busca em sua prosa a narrativa que seduz, que faz o leitor mudar de página. Felipe diz que se o leitor lhe disser que virou a página de um livro seu, sem conseguir parar de ler, terá lhe dado o maior presente que um escritor pode receber.

Depois de publicar vários livros e artigos acadêmicos, em 2008, Felipe estreou na ficção com o romance “O Analfabeto que passou no vestibular”. Agora, em 2010, ele volta com o mesmo personagem de seu romance anterior, Antonio Pastoriza, no livro “O marido perfeito mora ao lado”.

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